quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Velho Chico é homenageado em rótulo diferenciado no mercado de vinhos finos



Lançamento do 1501





Com o objetivo de oferecer sempre vinhos de qualidade para um público consumidor exigente e diferenciado, a pernambucana Vinícola Vale do São Francisco (localizada em Santa Maria da Boa Vista) apresenta ao mercado o 1501, um rótulo de vinho fino de edição limitada, produzido com uvas selecionadas da safra de 2006, que chega ao mercado na forma de um Cabernet Sauvignon. O nome do vinho é alusivo ao ano do descobrimento do Rio São Francisco.

Serão apenas 12 mil garrafas provenientes de 18 mil litros deste lançamento, que estará disponível, unicamente, em restaurantes e delicatessens do Brasil, para a apreciação daqueles amantes da bebida de Bacco. Chega nas mesas pelo valor de R$ 45,00 a R$ 50,00 nos restaurantes e R$ 40,00 nas delicatessens. “O nosso 1501 será a comprovação da força da nossa vitivinicultura e da adequação do nosso setor no Brasil no mercado do Novo Mundo do Vinho”, diz o diretor comercial Ricardo Almeida.

Com identidade visual criada pela Visiograf Comunicação e Design, o “1501" chega como um rótulo de colecionador. Este mais recente vinho da tradicional e conceituada Vinícola Vale do São Francisco, detentora da marca Botticelli, foi desenvolvido na própria vinícola, que contou com o expertise do seu enólogo chefe, o gaúcho Ineldo Tedesco, aliado a dois assistentes e a um consultor vindo de Portugal.


O novo rótulo ganha ainda ações específicas de divulgação, desenvolvidas pela recifense Planeja Soluções em Marketing, que serão realizadas nos restaurantes para aproximar o público deste lançamento. “Queremos que o consumidor perceba as diferenças do nosso ‘1501’ para demais vinhos finos do mercado e do demais rótulos do nosso mix, com a marca Botticelli”, ressalta Almeida.

Os produtos - A Vinícola ainda mantém em seu mix alguns títulos premiados, provenientes da linha Botticelli Coleção, como: o Ruby Cabernet, tinto seco encorpado de cor ruby, vivo e brilhante, aromático com traços florais, que é ideal para consumo em temperaturas médias; o Tannat, tinto encorpado seco de cor vermelho, intenso e brilhante, com aroma de flores silvestres, que é originário do sul da França e principal variedade vinífera cultivada no Uruguai; o Moscato Seco, um branco suave, de origem grega, que nasceu premiado, conquistando título máximo da categoria Branco Fino Aromático, na avaliação da Associação Brasileira de Enologia; Petit Syrah, varietal nascido na Mesopotâmia, que é um tinto seco e encorpado, com uma cor cintilante e sabor extraordinário.

Na categoria, espumante tem-se o Brut, um vinho branco elaborado pelo processo Charmat, que utiliza unicamente uvas chenin blanc, provenientes do Vale do Loire, que vem conquistando admiradores devido ao seu sabor exótico e inigualável. Considerada a mais charmosa de todas as bebidas do mundo, o Brut Botticelli apresenta as características necessárias de um excelente espumante Brut: perlage fina e constante, com sabor inconfundível desse varietal que é muito consumido em festas e comemorações especiais.

Também na categoria espumante, a linha oferece o Asti que é um vinho branco elaborado pelo processo Asti, produzido exclusivamente com uvas moscato canelli, de origem grega, que se adaptou muito bem à região do Vale do São Francisco, capturando toda a essência da uva, borbulhando alegria e elegância e, todas as ocasiões. Ele se sobressai como um espumante aromático natural e suave, com extraordinário aroma, refrescante e alegre.





Fábrica da Botticelli/foto Dione Brito



Mas, a marca ainda conta com outros rótulos interessantes na linha tradicional (Botticelli Varietais), como o Chenin Blanc, varietal originária do Vale do loire na França, já adaptada à Califórnia, que se constitui um branco seco de aparência luminosa, sabor leve e refrescante, que possui concentração de mel; Moscato Canelli, um branco suave de origem grega, equilibrado e muito agradável, que é bastante solicitado pelos mais exigentes; e Cabernet Sauvignon, tinto seco de cor ruby, produzido com uva da região francesa de Bourdeaux, que é considerada a mais nobre do mundo, de bouquet inconfundível e coloração forte e aroma com traços florais.




Sinônimo de bons brindes há quase 25 anos



Vinícola Vale do São Francisco/foto Tadeu Lubambo



Localizada as margens do Rio São Francisco, no município de Santa Maria da Boa Vista, a Vinícola Vale do São Francisco vem ao longo de mais de duas décadas fazendo história na região do Vale e no mercado vitivinicultor como um dos principais produtores de vinhos finos. Sua história começou em 1984, quando da produção dos primeiros vinhos de uvas de origem européia, num projeto inovador que trouxe para uma região semi-árida as castas mais tradicionais da Europa como o Cabernet Sauvignon, Moscato seco, Chenin Blanc e Petit Syrah, em parceria com a Embrapa.

Assim, surgiu a Vinícola Vale do São Francisco, detentora da marca Botticelli, uma empresa administrada pelos empresários pernambucanos Gualberto e Ricardo Almeida, pai e filho, que assumiram a Fazenda Milano com competência, buscando sempre nas parcerias e no investimento em pesquisas trazer vinhos de qualidade para um público consumidor exigente. “Estamos sempre nos adequando a exigências internacionais de produção como temperaturas de armazenamento, engarrafamentos e acompanhamento e condução geral da vinificação. Em virtude de nosso padrão de qualidade, buscamos sempre oferecer um produto condizente com a expectativa do mercado”, diz o diretor comercial, Ricardo Almeida.

Atualmente, a Vinícola Vale do São Francisco detém uma área total de plantio de 150 hectares de vinhedos próprios, onde são colhidas duzentas toneladas de uvas para a produção de um milhão e meio de vinhos. Todo esse trabalho está nas mãos de uma equipe capacitada e determinada, composta por cerca de 200 funcionários no campo e 15 na adega, além do staff da área comercial e representantes em cada estado. “Com nossa estrutura hoje, temos capacidade de armazenamento de 900 mil litros de vinhos. Mas, nosso projeto é ampliarmos nossa capacidade de plantio para 200 hectares, estimando a produção de dois milhões de litros de vinhos finos”, destaca Almeida.

Investimentos - E, para isso, a empresa não mediu esforços e iniciou no começo deste ano o projeto de reforma e reestruturação de melhoria da indústria, envolvendo construção de uma sala de barricas e de vinhos (estágio em garrafas processo de maturação do vinho, que dura de dois a três meses) e a criação de sala de degustação, que contará com visão panorâmica dos vinhedos. Essa iniciativa envolveu em torno de R$ 150 mil dos investimentos previstos, contudo, resultará em benefícios para a vinícola, que, ainda este ano, poderá abrir suas portas para o público, dentro do projeto de enoturismo, e ampliar seu projeto de expansão no Sudeste.

Ainda foram investidos mais de R$ 250 mil em ações estratégicas, voltadas à marca Botticelli, no mercado nordestino onde tem ampliado contato com distribuidoras e representantes das principais redes dessas praças, para reforçar os vinhos pernambucanos com ações promocionais e específicas em ponto-de-venda. Tudo isso com foco em um mercado potencial de consumo bastante sedutor, com índices em crescimento, hoje. “Nossa principal praça é Pernambuco, responsável por 50% do consumo do vinho Botticelli, seguido pela Bahia que já está alcançando esta mesma margem hoje. Mas, ainda contamos com um índice de cerca de 15% em Natal e Fortaleza, além das demais capitais da região, que apresentam uma participação de 3% cada, aproximadamente”, ressalta o diretor comercial da Vinícola.

Para atingir essas metas, a empresa pernambucana incrementa suas ações de marketing, neste 2008, em cada estado. Articula iniciativas diferenciadas para promoção da linha Botticelli Coleção, ampliando sua atuação em redes comuns de supermercados; desenvolvimento em delicatessens de degustações, treinamentos e cursos com parceiros para melhor exposição dos vinhos; e trabalho personalizado em restaurantes, através da preparação do staff das casas-parceiras, maitrês e garçons para orientação dos produtos. “Normalmente, o que costumávamos fazer em todo Nordeste eram degustações em épocas sazonais. Mas, agora, vamos investir pesado em ações diferenciadas para que o consumidor conheça e aposte mais nos nossos vinhos”, destaca Almeida.

Mercado - Em virtude dos seus esforços, a empresa mantém uma posição satisfatória no mercado nordestino. Hoje, distribui seus vinhos em Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, além dos nove estados do Nordeste destacando-se em especial as praças da Ceará, Rio Grande do Norte, Bahia e Pernambuco, mercado estimado de cerca de 150 mil caixas de vinho. Na capital bahiana, por exemplo, a Vinícola vende em torno de 60 mil garrafas dos seus vinhos, o que representa cinco mil caixas. Contudo, pretende alcançar, num período de um a dois anos, o dobro desse volume de vendas. E, para isso, tem reforçado ações no setor varejista, onde conta como principais parceiros com o Bompreço, Hiper Ideal, Makro, Extra e as delicatessens Supers, Hiper e rede Perine, responsáveis por 70% do volume da empresa, contra 30% vendidos em distribuidores locais para atendimento de bares, restaurantes e hotéis.

No Ceará, terceira maior praça de vinhos na região, o consumo chega a 100 mil caixas. Já a Vinícola atinge um volume de 15 mil garrafas, o que chega apenas a 2% das suas vendas, índice que pretende-se ampliar para 5% em um a dois anos, com um potencial de 30 mil garrafas. Essa meta deve ser alcançada através de parcerias estratégicas com as redes de supermercado como o Bompreço, Carrefour, Pão de Açúcar e Super Rede, além de distribuidores especializados em pontos de dose. Entre as ações para se alcançar esse objetivo, estão degustações, treinamentos e cursos.

O mercado potiguar é o sétimo do Nordeste com um volume de 300 mil litros de vinhos. Nesta praça, a Vinícola vende hoje cerca de 12 mil garrafas, algo em torno de 2% do volume total de vendas. Por isso, a empresa está aumentando em 20% do faturamento o investimento nesta praça, e reforçando ações que, normalmente, concentram-se mais em degustações em lojas no período sazonal. Esse trabalho é desenvolvido em parceria com as principais redes de supermercado Bompreço, Nordestão e Carrefour.

História – A história da Vinícola Vale do São Francisco começa antes mesmo da sua criação, em 1984. A saga começa, na verdade, em 1972, quando o italiano Francesco Luigi Pérsico (1921-2005) fundou a Fazenda Milano, contando com a colaboração do empresário Gualbeto Almeida, que naquela época foi responsável pela implantação e execução do projeto. Nesse período, seu “Franco”, como era conhecido, começou a produzir uvas de mesa e iniciou um processo de criação de um novo pólo de produção às margens do Rio São Francisco. Doze anos depois, iniciou-se a produção de vinhos no Nordeste brasileiro, a partir de dez hectares de uvas viníferas, criando assim a Vinícola Vale do São Francisco, sob a marca Botticelli, que, em 2009, completa 25 anos de existência.

Hoje, naquele pedaço de terra onde era o berço do sonho do pioneiro italiano são plantadas uvas das variedades: Cabernet Sauvignon, Tannat, Petit Syrah, Ruby Cabernet, Barbera, Tempranillo, Chenin Blanc, Moscato Canelli, alfrocheiro e Pinot noir. E, pela condição privilegiada do Vale do São Francisco, a empresa de Santa Maria da Boa Vista colhe uva quase todos os dias e, conseqüentemente, elabora vinhos todas as semanas do ano chegando a produzir quase dois milhões de litros de vinhos finos.

Os produtos da Vinícola Vale do São Francisco chegam hoje à mesa do consumidor com novos e diferenciados rótulos, criados também pela gaúcha Visiograf Comunicação e Design, para distinguir suas duas linhas principais: a de vinhos Varietais (composta de três variedades e um espumante - Cabernet Sauvignon; Moscato Canelli, Chenin Blanc e o espumante Tipo ASTI) e o Botticelli Coleção (que integra os vinhos Ruby Cabernet, Tannat, Petit Syrah, Moscato Canelli Seco e o espumante BRUT).





Velho Chico é o homenageado da linha 1501




O rótulo “1501”, novo vinho linha de finos da Vinícola Vale do São Francisco, presta homenagem ao Rio São Francisco, maior símbolo da região, que é considerada hoje a segunda maior produtora de vinhos finos do Brasil, com 20% do mercado nacional.

Nascido na serra da Canastra, em São Roque de Minas (MG), o Velho Chico (como os ribeirinhos chamam o São Francisco) percorre 2.830 quilômetros banhando cinco estados e recebendo 168 afluentes (90 pela margem direita e 78 pela esquerda). Os índios o conhecem como Opará, que significa algo como rio-mar. O rio São Francisco foi descoberto em 4 de outubro de 1501 (data em que São Francisco é festejado) pelos navegadores Américo Vespúcio e André Gonçalves, por isso foi batizado com esse nome.

Mesmo banhando cinco estados brasileiros, é na região polarizada por Petrolina/PE e Juazeiro/BA que o Velho Chico mostra toda a sua força e riqueza. Graças a sua existência, a região é conhecida hoje como a principal produtora de frutas do país, principalmente uva e manga, que detém mais de 90% das exportações brasileiras. São cerca de 1,5 milhões de hectares que podem ser beneficiados com a aplicação de qualquer um dos diferentes sistemas de irrigação. Aliando clima e rio, o vale do São Francisco também é uma das poucas regiões do mundo que obtêm mais de duas safras anuais de uvas. A produção de vinhos finos chega a 15 milhões de litros/ano.

“Temos toda a nossa história ligada ao São Francisco, por isso criamos o 1501 para retribuir tudo o que o rio nos proporcionou, quando há 25 anos lançamos o Botticelli, primeira linha de vinhos finos do Vale”, justificou o diretor comercial da Vinícola Vale do São Francisco, Ricardo Almeida.

O Velho Chico é cantado e adorado na região do vale são franciscano. Suas águas também são usadas para a geração da energia elétrica que abastece o Nordeste e parte de Minas Gerais, através das hidroelétricas de Três Marias, em solo mineiro, cujo lago é 8,7 vezes maior que a baía da Guanabara; de Sobradinho, na Bahia, que tem um reservatório cerca de 10 vezes maior que a mesma baía; de Xingó, também na Bahia, e do complexo de Paulo Afonso, entre Bahia e Alagoas, com energia gerada a partir da força das águas da cachoeira de Paulo Afonso, com 80 metros de altura.

O São Francisco oferece ainda condições naturais de navegação em vários trechos, como entre Pirapora-MG, Juazeiro e Petrolina, para transporte de produtos como sal, açúcar e soja. Outra tradição de navegação é a travessia diária de barquinhas entre Petrolina e Juazeiro, um passeio agradável e rápido (cerca de 5 minutos) entre as duas principais cidades da região.


Da Assessoria de Imprensa/SL Comunicação & Marketing

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